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Tecnologia blockchain para rastreabilidade: o papel das MPEs paraenses na transparência das cadeias produtivas pós-COP 30

Uma corrente cibernética representando a tecnologia blockchain, que ganhou destaque com o foco nas cadeias produtivas mais transparentes após a COP 30

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Com a aproximação da COP 30, a atenção global está cada vez mais voltada para a necessidade de práticas sustentáveis e transparentes em todas as cadeias produtivas. Nesse cenário, a tecnologia blockchain se destaca como uma solução promissora para garantir a rastreabilidade de produtos e insumos, permitindo que consumidores e empresas acompanhem, de forma clara, a origem e o impacto ambiental de suas escolhas.

 

Além de discutir metas climáticas globais, o evento oferece uma oportunidade para negócios locais se destacarem ao adotar soluções tecnológicas que promovam sustentabilidade e inovação.

 

Mas como, exatamente, ela pode transformar as cadeias produtivas e ajudar as MPEs a se alinharem às novas exigências ambientais? E de que forma essas mudanças podem impulsionar os negócios locais a ganhar destaque no mercado global?

 

Neste artigo, vamos explorar como a tecnologia pode ser uma aliada poderosa na busca por transparência e competitividade, além de discutir os desafios e oportunidades no cenário pós-COP 30.

 

Se você é empreendedor e deseja preparar seu negócio para esse novo contexto de exigências e oportunidades, continue a leitura com o Sebrae e descubra como implementar soluções inovadoras e garantir que sua empresa esteja à frente das mudanças.

 

Afinal, transparência, sustentabilidade e tecnologia são o futuro das cadeias produtivas, e as MPEs do Pará têm um papel crucial nesse processo! Boa leitura.

 

 

A COP 30 e as novas demandas por transparência nas cadeias produtivas

 

A 30ª edição da COP trará novos desafios e oportunidades relacionados à sustentabilidade e às mudanças climáticas.

 

Nesse contexto, acordos globais firmados em conferências desse porte geram compromissos que afetam diretamente as práticas empresariais, incluindo a necessidade crescente de cadeias produtivas mais transparentes e sustentáveis.

 

Empresas de todos os tamanhos serão pressionadas a adotar práticas que não só reduzam seu impacto ambiental, mas permitam que seus processos sejam rastreados e auditados de maneira confiável.

 

A Conferência das Partes é vista como um marco para o avanço dessas discussões, impulsionando as expectativas por maior transparência e rastreabilidade nas cadeias produtivas.

 

Esse movimento é especialmente relevante para o Brasil, um dos maiores provedores de recursos naturais e produtos agrícolas do mundo, com a Amazônia desempenhando um papel crucial.

 

O Pará, como estado-sede da conferência, estará no centro das atenções, e as empresas locais terão a oportunidade de liderar pelo exemplo.

 

Para as MPEs paraenses, isso representa uma oportunidade significativa. A rastreabilidade nas cadeias produtivas, possibilitada por tecnologias como o blockchain, oferece a chance de atender às demandas globais por cadeias produtivas mais transparentes e agregar valor aos produtos e serviços oferecidos.

 

Setores como o agronegócio sustentável, a extração de produtos da floresta e o artesanato local podem se beneficiar ao demonstrar responsabilidade ambiental e conformidade com práticas sustentáveis.

 

Com o aumento da demanda por transparência, empresas que adotarem soluções tecnológicas de rastreabilidade estarão melhor posicionadas para exportar e atender mercados internacionais cada vez mais exigentes.

 

Essas boas práticas ambientais reforçam o papel estratégico do Brasil e da Amazônia na COP, e na luta contra as mudanças climáticas.

 

O que é a tecnologia blockchain e como ela funciona para rastreabilidade

 

Blockchain é um sistema digital que permite o registro de informações de maneira descentralizada e altamente segura. O principal objetivo da tecnologia blockchain é garantir que os dados sejam imutáveis e transparentes, ou seja, uma vez registrados, não podem ser alterados ou manipulados.

 

E isso ocorre porque ele funciona como um grande “livro de registros” compartilhado entre todos os participantes de uma rede.

 

Cada etapa de um processo — seja uma transação comercial, a movimentação de um produto ou a validação de um dado — é registrada em blocos de informação, conectados de forma cronológica e verificável.

 

No contexto da rastreabilidade de cadeia produtiva, o blockchain é usado para monitorar o trajeto de um produto desde a origem da matéria-prima até o consumidor final, garantindo que cada etapa da cadeia produtiva seja registrada, validada e auditável, de forma que todos os envolvidos — produtores, distribuidores e consumidores — tenham acesso a informações detalhadas sobre a procedência e os métodos usados na fabricação dos produtos.

 

No caso das cadeias produtivas sustentáveis, essa transparência é essencial para garantir que as práticas ambientais corretas estão sendo seguidas, desde a extração dos recursos até a entrega do produto final.

 

Exemplos de aplicação desta tecnologia incluem a indústria alimentícia, que usa a tecnologia para rastrear desde a origem de produtos agrícolas até as prateleiras dos supermercados, e o setor industrial, que monitora a origem de peças e componentes.

 

Outro setor que se beneficia é a moda sustentável, que utiliza do blockchain para garantir que o algodão – ou outras matérias-primas usadas nas roupas – foi produzido de forma ética e ambientalmente responsável. Essa rastreabilidade gera confiança nos consumidores, que buscam por transparência e responsabilidade nas práticas empresariais.

 

Oportunidades para MPEs paraenses no uso da blockchain pós-COP 30

 

 

MPEs paraenses podem encontrar grandes oportunidades no uso da tecnologia blockchain após a COP 30, especialmente com o aumento das demandas por transparência e sustentabilidade nas cadeias produtivas.

 

O objetivo da tecnologia é garantir que todas as informações sobre a produção sejam registradas de forma segura e imutável, o que permite que os consumidores e parceiros comerciais rastreiem a origem dos produtos e confiem nas práticas sustentáveis adotadas pelas empresas.

 

No Pará, setores como agricultura, pesca e produtos extrativistas, fundamentais para a economia local, podem se beneficiar muito.

 

Por exemplo, pequenas empresas que trabalham com Açaí, Castanha-do-Pará ou pescados podem usar esta tecnologia para rastrear desde a colheita até a distribuição, garantindo que seus produtos sejam oriundos de práticas responsáveis e sustentáveis.

 

Isso melhora a confiança dos consumidores e, ao mesmo tempo, agrega valor ao produto final, destacando as boas práticas de preservação da Amazônia.

 

A adoção deste mecanismo também pode ajudar MPEs a expandirem sua atuação para mercados internacionais que exigem rastreabilidade e certificações ambientais.

 

Com o aumento da preocupação global com as mudanças climáticas e a sustentabilidade, empresas que conseguem provar sua conformidade com essas exigências têm mais chances de conquistar novos clientes e parcerias.

 

A tecnologia facilita esse processo, tornando micro e pequenas empresas mais competitivas e alinhadas com os padrões globais de consumo consciente.

 

Esta aplicação também pode trazer um impacto positivo para a economia local e para o meio ambiente. Com a transparência proporcionada pela tecnologia, empresas de todos os tamanhos podem contribuir para a preservação dos recursos naturais da Amazônia enquanto desenvolvem seus negócios de forma inovadora e sustentável.

 

Desafios na implementação da blockchain nas cadeias produtivas amazônicas

 

A implementação desta tecnologia nas cadeias produtivas amazônicas, embora promissora, apresenta diversos desafios, especialmente para as MPEs. Mas você sabe qual é o principal objetivo da tecnologia blockchain? Esse é um ponto importante quando pensamos nas barreiras para a implementação correta.

 

O objetivo da tecnologia blockchain é garantir transparência e segurança nas transações e processos produtivos, mas adotar essa inovação em regiões como a Amazônia exige superar obstáculos específicos.

 

Por isso, um dos principais desafios é o custo inicial. A implementação pode envolver investimentos significativos em infraestrutura tecnológica e adaptação dos processos operacionais, o que pode ser um entrave para muitas micro e pequenas empresas que possuem recursos mais limitados.

 

A falta de acesso a redes de internet de qualidade em algumas áreas da Amazônia pode dificultar a conectividade necessária para a operação dessa tecnologia.

 

Outro obstáculo importante é a capacitação tecnológica. Por ser uma tecnologia relativamente nova, exige conhecimento especializado para ser implementada e gerenciada adequadamente.

 

Muitas MPEs no Pará podem não ter expertise técnica para utilizar em suas operações, o que cria a necessidade de programas de treinamento e suporte.

 

A COP 30 no Pará pode ser um ponto de partida para que essas empresas se conscientizem sobre a importância de adotar inovações tecnológicas, mas o sucesso dependerá de uma capacitação adequada.

 

Nesse cenário, instituições como o Sebrae desempenham um papel crucial, pois podemos fornecer suporte técnico, consultorias especializadas e promover cursos de capacitação que ajudem as MPEs a entender e aplicar esta tecnologia nas cadeias produtivas.

 

Parcerias com o governo e iniciativas privadas, por outro lado, também podem facilitar o acesso à tecnologia, com incentivos ou linhas de crédito específicas para inovação sustentável.

 

Superar esses desafios será fundamental para que MPEs paraenses utilizem deste método como uma ferramenta estratégica, garantindo cadeias produtivas mais transparentes e fortalecendo sua competitividade no mercado, tanto nacional quanto global.

 

O futuro das cadeias produtivas sustentáveis: uma visão pós-COP 30

 

O futuro das cadeias produtivas sustentáveis no contexto amazônico se projeta de maneira promissora, especialmente após a COP 30 em Belém.

 

Adotar a tecnologia blockchain propicia maior transparência e competitividade para as MPEs do Pará, mas também desempenha um papel crucial na preservação da floresta e no desenvolvimento econômico da região.

 

Com a capacidade de rastrear a origem e a qualidade dos produtos, a tecnologia fortalece a confiança do consumidor e cria um mercado mais consciente e responsável.

 

No cenário pós-Conferência das Partes, o estado pode se destacar como líder global em práticas sustentáveis, com as MPEs assumindo uma posição central na transformação verde.

 

A incorporação permitirá que pequenas empresas, especialmente nos setores de agricultura, pesca e produtos extrativistas, demonstrem seu compromisso com a sustentabilidade.

 

Essa mudança beneficiará a reputação das empresas e abrirá portas para mercados internacionais que valorizam a rastreabilidade e as certificações ambientais.

 

O legado da COP 30 poderá incentivar investimentos significativos em tecnologia sustentável e soluções de rastreabilidade, consolidando o estado como um modelo a ser seguido.

 

À medida que as cadeias produtivas se tornam mais transparentes, espera-se um aumento na conscientização sobre a importância da preservação dos recursos naturais da Amazônia.

 

A tecnologia blockchain no delivery, por outro lado, pode revolucionar como os produtos são distribuídos e entregues, garantindo que os consumidores saibam exatamente de onde vêm os itens que optam por adquirir.

 

Para empreendedores, é um momento de ação. Buscar orientação com o Sebrae pode ser o primeiro passo para implementar soluções tecnológicas que alinhem seus negócios às demandas do futuro. Oferecemos suporte e capacitação para ajudar as MPEs a se adaptarem e prosperarem no novo cenário econômico, aproveitando as oportunidades que surgem com a transformação sustentável.

 

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